Para a ASCON (Associação dos Servidores do CNPq), o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora vai muito além do calendário de feriados. É um marco histórico de resistência. A data remete à memória das greves e da luta por direitos básicos que, embora hoje pareçam garantidos, foram conquistados com enorme sacrifício.
O cenário atual e o compromisso da ASCON
Atualmente, a luta se renova diante de novos desafios: a desvalorização das carreiras públicas, os constantes ataques ao serviço público e o desmonte das estruturas de ciência e pesquisa. A ASCON reafirma seu posicionamento: não há país desenvolvido sem trabalhadores valorizados e não há soberania sem investimento público contínuo.
Os servidores e servidoras públicos são o pilar que sustenta o desenvolvimento do país. Mesmo diante de cortes e da invisibilização, seguimos produzindo conhecimento e defendendo o interesse da sociedade brasileira.
Cultura e Reflexão
Neste período de reflexão, convidamos a categoria a aprofundar o debate através da cultura. Sugerimos obras que abordam a evolução das relações de trabalho e a importância da dignidade humana:
Literatura: A Condição Humana (Hannah Arendt); Trabalhadores do Brasil (Silvia Hunold Lara); Sapiens (Yuval Noah Harari).
Cinema: Tempos Modernos (Charles Chaplin); Que Horas Ela Volta? (Anna Muylaert); Ilha das Flores (Jorge Furtado); Democracia em Vertigem (Petra Costa).
Valorização Já!
Direitos não são permanentes; eles são resultado de uma luta constante e coletiva. Neste 1º de maio, reforçamos que uma carreira forte é sinônimo de uma ciência forte.
Sem servidor público, não há Estado.📢
