As eleições estão chegando. E, para quem vive a realidade do serviço público e do fomento à ciência, não é hora de ficar indiferente.

Cada eleição define representantes que participarão de decisões capazes de impactar diretamente a vida dos servidores: carreira, remuneração, aposentadoria, condições de trabalho, valorização profissional e a própria qualidade do serviço público oferecido à sociedade. No nosso caso, essas decisões também impactam diretamente o orçamento e a força do CNPq.

Em respeito ao Art. 5º de seu Estatuto, a ASCON mantém estrita imparcialidade partidária. No entanto, a Associação faz um alerta aos seus associados e a todos os servidores: informem-se, acompanhem o debate eleitoral e conheçam a trajetória e as propostas dos candidatos para a Ciência e Tecnologia e para o serviço público.

Não basta olhar para discursos de ocasião. É importante conhecer as posições, os compromissos públicos, as propostas e a atuação de cada candidato em relação às questões que envolvem o CNPq e os trabalhadores da Ciência e Tecnologia.

Quem conhece a realidade do servidor sabe que direitos e valorização institucional não são concessões: são resultado de participação, mobilização e engajamento.

A ASCON acredita que servidores bem informados participam mais, avaliam melhor e fortalecem a democracia. O voto é individual, mas suas consequências alcançam todo o sistema científico e a sociedade.

Neste momento decisivo, a principal orientação da ASCON é simples: não terceirize sua escolha. Pesquise. Compare. Questione. Participe.

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