Quando você vota para presidente, também escolhe quem conduzirá o governo federal pelos próximos quatro anos. Para os servidores públicos e todos aqueles que defendem o desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil, essa decisão merece atenção e reflexão.

O presidente da República exerce a chefia do Poder Executivo federal e tem papel fundamental na definição das prioridades governamentais, na formulação de políticas públicas e na condução das decisões orçamentárias que envolvem áreas estratégicas, como educação, ciência, tecnologia e inovação.

Nesse contexto, acompanhar as propostas dos candidatos para essas áreas é essencial para compreender os possíveis caminhos do país. Os investimentos em pesquisa, pós-graduação e inovação contribuem para o desenvolvimento nacional e dependem de políticas públicas consistentes, planejamento e valorização das instituições responsáveis pelo fomento científico.

Para os servidores do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), essa reflexão tem um significado especial. A atuação da agência é fundamental para o fortalecimento da pesquisa brasileira, e as decisões do governo federal podem repercutir diretamente no orçamento da Ciência e Tecnologia, na estrutura institucional e nas condições de trabalho dos profissionais que contribuem diariamente para o avanço científico do país.

Diante das diferentes propostas apresentadas no debate eleitoral, é importante questionar: quais são os compromissos dos candidatos com a ciência brasileira? Como pretendem conduzir os investimentos em pesquisa e inovação? Quais são suas propostas para o serviço público e para a valorização dos servidores que atuam nessas áreas?

Em respeito ao Art. 5º de seu Estatuto, a ASCON mantém sua imparcialidade político-partidária. A Associação não apoia candidaturas, mas reforça a importância de que seus associados e todos os servidores acompanhem o processo eleitoral com responsabilidade, conheçam os programas de governo e avaliem as propostas que podem influenciar o futuro da ciência e do serviço público.

A defesa da ciência exige participação, informação e compromisso com o desenvolvimento do Brasil. Por isso, conhecer os projetos em disputa é uma forma de exercer a cidadania e contribuir para escolhas mais conscientes.

Informe-se, compare as propostas e participe das eleições. O futuro da ciência brasileira também passa pelo seu voto!

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